A tradicional Feira Internacional de Artesanato (Fiart), realizada há 23 anos no Rio Grande do Norte, acontecerá entre os dias 19 e 28 de janeiro, no Centro de Convenções, em Natal. O evento que reúne produtos de todo o Brasil e outros países, contará mais uma vez com a participação dos artesãos potiguares. Ao todo, 205 artesãos foram selecionados através de um edital da secretaria do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas) para comercializar os produtos na feira.

Na manhã desta quinta-feira (11), o governador Robinson Faria participou do lançamento da 23ª edição do evento e destacou as ações do governo para impulsionar o artesanato potiguar. “No ano passado, sancionamos a Lei do Artesão para fortalecer e fomentar o desenvolvimento do setor, estabelecendo que 60% dos produtos comercializados no estado, sejam de profissionais do Rio Grande do Norte. É um avanço importante para melhorar as condições de trabalho dos cerca de 20 mil artesãos potiguares”, informou o governador.

O chefe do Executivo estadual ainda explicou que o governo investiu mais de R$ 2 milhões para realizar e viabilizar a participação dos artesãos em feiras locais e nacionais. “Em 2017, os dois mil artesãos potiguares cadastrados no Programa Estadual de Artesanato, faturaram R$ 1,8 milhões. Incrementamos a atividade e oferecemos mais oportunidades de emprego e renda através do que temos de melhor, a cultura e arte do Rio Grande do Norte”, detalhou Robinson. Ele ainda acrescentou que em breve será entregue o Shopping do Artesão, em Caicó, e revitalizado o Papa Jerimum, em Natal.

Dos 300 estandes desta edição, 84 serão destinados para os produtores manuais do RN, representando um espaço de 1.020 metros quadrados.

O organizador da Feira, Neiwaldo Guedes, destacou que o evento contempla artesanato de diversos estados e países, mas que os produtos potiguares são a maioria. “Quem visitar a feira já será recepcionado pela arte do Rio Grande do Norte. O setor cresce cada vez mais estado e por isso, um espaço maior está sendo destinado para esses artesãos. É uma forma de valorizar nossa arte e colaborar com a economia do nosso estado”.

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